sábado, abril 08, 2006

Pequeno Grande Logan



Muito se discutiu a respeito do “pequeno” sedã da Renault, inclusive sobre suas dimensões acima da média. O espaço interno parece ser melhor que o do Clio Sedan e o porta-malas tão bom quanto. Pois é, nem tão pequeno assim... É esperar para ver! Por enquanto, faremos uma breve análise.

Através desta foto, publicada pelo site russo Autoreview, é possível ter uma idéia melhor de suas dimensões. Reparem que o Daewoo Nexia (versão coreana do nosso velho conhecido Kadett, em configuração sedã) e o Chery Amulet (chinês feito com base num antigo projeto do Seat Toledo) parecem ficar pequenos ao lado dele. Já nestas fotos (do site MotoForum, Polônia) ele posa ao lado do Clio Sedan:

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Num quadro comparativo com rivais brasileiros, ele deixa os outros sedãs compactos para trás, em todas as medidas analisadas. Ele é 4,5cm maior que o Fiesta Sedan por exemplo, atualmente o maior em sua categoria. Se compará-lo com carros de outras categorias, como o Astra Sedan, perde apenas em comprimento (9,2cm menor) enquanto que para o SpaceFox, perde em altura. O Vw ganha no volume do porta-malas ao deslocar o banco para frente, alcançando 527 litros de capacidade.
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Os dados mencionados no quadro acima foram obtidos nos sites das montadoras na internet.

Referências:

www.motoforum.pl/Magazyn/200508/logan_thalia.html

www.autoreview.ru/new_site/year2006/n02/test/1.htm

sexta-feira, abril 07, 2006

SpaceFox x Passat Variant


Não, não é um comparativo, antes que alguém pergunte... mas fomos só nós do AutoDiário ou o prezado leitor também notou uma "certa" semelhança entre a traseira dos dois modelos?? inspiração é apelido...

Passat Variant que por sinal também está desembarcando no Brasil. Que fique registrado que a Volks foi muito feliz ao desenhar a nova geração do modelo.

quinta-feira, abril 06, 2006

Rumo ao Leste

Enquanto a Volkswagen e outras montadoras européias choram as mágoas e prometem muitas demissões e cortes nos gastos, nas unidades destes mesmos grupos no leste europeu a produção vai bem, obrigado. A unidade do grupo VW/Audi em Bratislava, Eslováquia, funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana, produzindo a todo vapor os altamente lucrativos utilitários esportivos Touareg e Q7, além do Cayenne, da associada Porsche (este orgulhosamente finalizado na unidade alemã, onde só as rodas são colocadas), todos destinados ao sedento mercado norte-americano. A Volkswagen recentemente anunciou a demissão de 20.000 trabalhadores somente na Alemanha, mas tem investido pesado na produção no leste europeu. O motivo é simples: Enquanto um trabalhador eslovaco recebe o equivalente a US$ 4,20 por hora de trabalho, na Alemanha, com benefícios, esse valor pode bater nos US$ 64,00, sendo a jornada de trabalho limitada a 28 horas semanais. Junte-se a isso o fato de os trabalhadores dos países do antigo bloco soviético virem de uma longa tradição industrial, sendo, portanto, altamente capacitados. Especialistas afirmam que, a continuar neste ritmo, a produção de veículos pode vir a se tornar tão desvantajosa na europa ocidental que pode até mesmo cessar em países como Alemanha, França e Itália. Além da Volkswagen, a General Motors (na Hungria), o grupo Fiat (na Polônia) e o grupo PSA, que inclui as marcas Peugeot e Citroën (na República Tcheca) têm migrado cada vez mais a produção de seus veículos para o leste europeu. Apesar da euforia, o quadro nesses países é desanimador: os trabalhadores empregados nas unidades das montadoras ocidentais salvam suas famílias da miséria, mas nunca as vêem, estando submetidos a longas jornadas de trabalho e vivendo em dormitórios nas próprias fábricas. Em tempo: a Eslováquia, com 5,4 milhões de habitantes, está prestes a se tornar o maior produtor per capita de veículos do mundo, com mais de 850.000 unidades projetadas para o ano de 2006.
(com informações do "Chicago Tribune")

C4 x 2cv

Citröen C4


Citroen 2cv




Eu sei que é um clássico, mas paródia não ofende!

terça-feira, abril 04, 2006

Celta: Antes & Depois





Com o auxílio luxuoso de um grande colaborador de Curitiba-PR, o AutoDiário publica o primeiro "antes & depois" do Celta na imprensa brasileira. Confira aqui no comparativo entre duas unidades da versão Life, as principais mudanças e as características citadas no post anterior.


(e depois... chega de Celta... antes que nos acusem de ser o "blog do Celta"... passemos ao próximo assunto. )

segunda-feira, abril 03, 2006

Mais Celta "Nova Geração"


Fim de semana de torra-torra do Celta antigo em todo o país, e o Celta "Nova Geração" (dureza, mas é assim que a GM o está chamando) deu as caras, com direito ao "mis-en-scéne" tradicional dos grandes lançamentos, cabine fechada, acesso restrito e tudo mais.

À primeira vista, já se nota que a plástica fez efeito: As fotos não fazem jus ao quanto o carro melhorou. Os faróis têm um desenho até refinado para a categoria, a grade "à la Vectra" é bem interessante, embora o efeito melhore ou com para-choque preto ou com os apliques escuros exclusivos da versão Super (Iguais aos da projeção-sugestão do Rafa, publicada aqui no AutoDiário... mal começamos e já estamos influenciando o mercado). Se a GM não lançar como acessório uma capa cromada para a barra central da grade, o que deve deixá-la ainda mais parecida com a do Vectra, quem o fizer vai embolsar uma boa grana.



A traseira também é muito melhor ao vivo, a proporção é acertada, o vinco que a percorre como prolongamento da linha de cintura é uma boa sacada de design e até as lanternas, que não prometem muito nas fotos, são interessantes.

No interior, no entanto, é que está a grande evolução: O design "pós-Chevette" do painel da geração anterior dá lugar a uma peça (ainda única) com maior variação de volumes e alturas, que diminui muito a sensação de pobreza que existia ao entrar no modelo antigo. Os mostradores (com conta-giros desde a versão básica, uma evolução) são os mesmos usados no Classic, de fácil leitura. O único senão fica para a simplicidade do módulo central, que abriga comandos de ventilação e som, que continua com um desenho bastante simplório, embora sem comprometer o conjunto. Saídas de ventilação foram aproveitadas do modelo anterior. Destaque para a significativa melhora no desenho do painéis das portas e nicho para alto-falantes, provando que nem tudo que é barato precisa ser feio.


Quanto ao acabamento em geral, sem surpresas: o carro continua austero nesse quesito, sem se destacar dos demais do segmento. Plásticos duros e com rebarbas e tecidos ásperos ao toque continuam lá, nada de novo. Nota triste para a pintura dos para-choques do carro que vimos (da versão Spirit), em tom completamente diferente da carroceria, denotando certa pressa em acabar os carros para o pré-lançamento.

As versões são as já conhecidas Life, Spirit e Super. Principais mudanças: A versão Super agora conta com bem-vindas rodas de aro 14, de aço com calotas ou opcionais em liga. Spirit e Super podem agora vir com direção hidráulica de fábrica. Spirit, ou só com ar condicionado ou só com direção hidráulica, o que deve empurrar os interessados em um carro mais completo para a versão Super.


Aguardemos a tabela de preços, embora a GM tenha divulgado que ela não deve se alterar significativamente. Esperamos valores competitivos para carros mais básicos, enquanto os carros mais equipados (versão super com motores 1.0 e 1.4) devem começar a invadir, em preço, território de opções bem mais modernas e interessantes, como Peugeot 206 Sensation 1.4, por exemplo. Ainda assim, o novo Celta tem tudo para se sair bem, e não será surpresa se houver uma "virada" nas primeiras posições do nosso ranking de vendas nos próximos meses.

Um caso de amor


Uma das melhores propagandas dos ultimos anos, exatamente por evocar comédias pastelões.