domingo, abril 23, 2006

Xeque-mate

No Xadrez, vence a partida o jogador que der xaque-mate ao Rei adversário. Xeque-Mate é quando um Rei não tem como sair da situação de xeque ou ameaça das peças contrárias.

Sai o Mondeo com seu 2.0 16v Duratec e R$ 106.000,00 e entra o Fusion 2.3 16v 162cv completo com bancos em couro, rodas aro 17, 6 airbags e câmbio automático de 5 velocidades por R$ 79.990,00. O único opcional é o Teto Solar por R$ 4.900,00.

Têm 2.73 m de entre-eixos (e 10cm a mais para as pernas peranto o Vectra) e 530l de porta-malas.

Se a aposta da Ford é valorizar a marca, ela conseguirá. É um excelente produto, e com custoxbeneficio superior ao do Accord e Vectra, seus concorrentes diretos por ora. Têm o porte do Accord (4,8m) e mais equipamentos que o Vectra, com uma rede de concessionários ampla. Todos os triunfos da concorrência unidos. Xeque-mate.

quinta-feira, abril 20, 2006

Fusion na rampa

O destino de 35 dos 54 Fusion já importados e emplacados nesta quinzena já está certo. Nosso leitor Fábio Almeida os encontrou em SC, Florianópolis, numa concessionária Ford. Estes carros servirão para a apresentação aos jornalistas, ao que tudo indica.
O presidente da Ford Brasil, Barry Engle (substituto do Maciel Neto), anunciou seu lancamento durante o Salão de Detroit, nos Estados Unidos.
O modelo é produzido no México e chega com a missão de resgatar a imagem da Ford no Brasil com modelos de luxo, que já foi representado por aqui com modelos como Landau, Galaxie e Del Rey. Do México ainda virá no segundo semestre o VW Jetta, para brigar neste nicho.
A Ford ainda não divulgou a data do lançamento, preço e especificações do produto. Mas, as estimativas apontam que chegará entre 80 e 90 mil, na versão 2.3 (160cv) e bem equipada. Um excepcional concorrente para o Vectra 2.4 e Accord 2.0. O lançamento, antecipado, será bem próximo do lançamento do Novo Civic, também concorrente na versão EXS.
O Fusion vêm complementar a gama da Ford no Brasil, e não extinguirá o Mondeo, no início. Mas tudo indica que pelas suas qualidades técnicas equivalentes e preço inferior tende a canibalizar com este outro.

domingo, abril 16, 2006

Curtas

Coelhinho Sagaz

Dias atrás a VW dos EUA anunciou que a atual geração do Golf voltaria a ter o “mítico” nome Rabbit no mercado local e canadense. Segundo um executivo da montadora, o nome tem apelo emocional assim como Beetle, Fox e The Thing (A Coisa). Lá, o Rabbit contará com motorização única (2,5 litros e 150 cavalos) e ostentará na tampa traseira, em substituição ao "Rabbit" por extenso, o coelhinho fofo da imagem abaixo que mantém um perfil semelhante ao da raposinha que representa a versão Cross do Fox:


Vectra brasileiro na Europa?


Nosso Chevrolet Vectra poderá ser exportado para o Leste Europeu, segundo o jornal Valor Econômico do dia 5 de abril. A simplicidade na construção a um custo de produção menor que o similar Astra, produzido na Alemanha possibilataria o negócio. Seria a primeira venda de um GM brasileiro para a Europa.

Shangai Automobile terá marca própria em 2010.

Os chineses da Shangai Automobile Industry Corporation (SAIC) deverão lançar em 2010 marca própria, com a expectativa de vender cerca de 600.000 unidades ao ano. A SAIC ainda não revelou o nome de sua marca automobilística e deverá utilizar ainda, tecnologia adquirida à MG Rover.


Pela Net:

1) O novo Celta ou melhor, “Celta Nova Geração”, como insiste a GM, já está em seu web-site, fortalecendo ainda, sua campanha em que ele “Encara Qualquer Parada”, com certo apelo jovem. É possível conhecer o carro num giro de 360°, ver fotos, vídeos.

> Veja aqui:
http://www.chevrolet.com.br/celta

2) O SpaceFox ainda não deu as caras no site da Vokswagen brasileira mas na Argentina sim. Lá, se chama Suran, tem “hotsite” com fotos, fichas, giro 360°, comerciais de TV e making-off. Reparem também que o novo Jetta já é vendido por lá há algum tempo como Vw Vento.

> Veja aqui:
http://www.volkswagen.com.ar/modelos_suran_home.asp

3) "The Impossible Dream". É o título de um comercial da Honda veiculado na Inglaterra em que conta sua história através dos tempos. Um mesmo homem começa pilotando uma moto Monkey, passa por BAR-F1, uma lancha e termina num balão. Trilha: "The Impossible Dream" em versão de Andy Morris.

> Assista aqui: http://84.40.3.165

4) Vejam só, bicicletas Mercedes-Benz! Clique Aqui.

* Agradecimentos ao nosso amigo Gabriel, que confirmou a presença do "coelho" na tampa traseira do Vw Rabbit. (no texto Coelhinho Sagaz)

quinta-feira, abril 13, 2006

Brasileiro criador de sonhos


A Bentley apresentou o Continental GTC, projeto do designer brasileiro Raul Pires. O carro reúne conforto, requinte e potência de um superesportivo, num belo conversível de 4 lugares. Segue a linha já adotada entre novos modelos da marca - que foge do design que "copiava" os Rolls Royce, devido a antiga associação entre as marcas não mais existente.

A nova linha Continental está alavancando as vendas da marca no mundo inteiro, devido as qualidades técnicas fáceis de serem observadas e ao preço "baixo" perante os praticados anteriormente. O Continental GT coupe sai por módicos US$ 160 mil nos EUA, pouco diante dos US$ 240 mil cobrados pelo Arnage. Esperava-se que esses carros suplementariam os modelos atuais em alguns nichos, mas já se tornaram a linha chefe da Bentley.

Para alguns, o Novo Continental GTC pode lembrar os antigos conversiveis da marca, mais especificamente os da década de 50.

Além de um design moderno e arrojado, as antigas cores que monopolizavam os carros da marca (preto e cinza) abriram espaço para cores mais vibrantes, como o vermelho e azul, pois para o presidente da Marca "essas cores (preto e cinza) são muito depressivas para os ingleses". Nós, brasileiros (ao menos o AutoDiário), sentimos o mesmo, e pedimos aos fabricantes locais para que escutem os conselhos do presidente da Bentley.

O desempenho também não decepciona. O carro chega aos 100km/h em 5,1s (0,3s mais lento que o Coupe) e chega aos 318km/h com a capota fechada. Pouco mais que os 306km/h que obtêm com a capota aberta, devido ao maior arresto aerôdinâmico.

Podemos nos sentir orgulhosos já que foi desenhado por uma equipe chefiada por um brasileiro. Agora só falta se enquadrar ao poder de compra dos brasileiros para podermos designá-lo como perfeito.

Fotos: Divulgação










terça-feira, abril 11, 2006

Celta Nova Geração: Lançamento Oficial

A General Motors do Brasil apresentou oficialmente ontem em Porto Alegre (RS) a Nova Geração do Celta. O AutoDiário esteve presente para conferir. Com a presença do alto comando da montadora, autoridades locais e imprensa, o evento mostrou aquele que foi definido com entusiasmo (e certo exagero) pelo presidente da GM do Brasil Ray Young como o "maior lançamento da GM Brasileira" em 81 anos de história. Se é realmente só o tempo dirá. O fato é que a GM está apostando alto no modelo: Com investimentos de US$ 75 milhões no desenvolvimento e US$ 240 milhões em uma extensa reformulação e ampliação da planta de Gravataí (RS), a GM se prepara para quase dobrar a produção do Celta, de 120 mil para 230 mil unidades/ano. Deve se incluir aí a produção do Celta Sedã, a ser lançado ainda este ano. Questionado pelo AutoDiário sobre a data de lançamento do sedã e o conseqüente destino do Chevrolet Classic após o mesmo, o pessoal de desenvolvimento de novos produtos da GM foi reticente, afirmando apenas que tem "bons planos" para os dois modelos nesse ano de 2006. Confira a seguir a cobertura do lançamento, com presença exclusivamente de unidades da versão Super, com todos os opcionais e acessórios possíveis, tornando o carrinho bem atraente.

em vermelho, com duas portas e acessórios, o Super ganha ares de esportivo.

O modelo 4 portas, na versão Super, com acessórios

Nova traseira, como já comentado aqui no AutoDiário, é bem resolvida

A GM sempre teve tradição em desenhar belas rodas. Palmas para este modelo em aro 14, disponível como acessório.

Certos ângulos valorizam ainda mais as linhas da nova geração

Detalhe dos faróis com máscara escura, exclusivos da versão Super

A dianteira com apliques em preto da versão Super acentua ainda mais a semelhança com o sedã Vectra

Interior da versão Super apresenta revestimentos em tecido de melhor padronagem que o restante da linha, embora os plásticos sejam os mesmos

Versão Super com motor 1.4 atraiu bastante a atenção dos presentes. Com este propulsor e equipado com acessórios como a unidade mostrada no lançamento, o compacto sai da loja por salgados R$ 33 mil... Como já comentamos aqui, apesar dos diversos equipamentos e acessórios, invade a faixa de preço de carros de categoria superior. Aguardademos para ver como o pequeno compacto se sai nessa briga.

segunda-feira, abril 10, 2006

O melhor nacional desta década?

Interior da Versão EXS

Frente da EXS

Paddle-Shift

Detalhe: Alavanca com formato inusitado, ao lado do câmbio automático que permite trocas manuais

Detalhe: ponta traseira cromada na EXS

Faróis de neblina de série nesta versão

Pois é... A concorrência deve estar corada neste momento. Essas fotos falam por si só. Se os preços já divulgados pelos concessionários corresponderem ao preço de lançamento, não há duvidas que o carro será um sucesso.

domingo, abril 09, 2006

Audi TT 2007: cuidadosa releitura de um clássico

Depois de longa espera, chega um dos mais aguardados lançamentos do ano: O novo Audi TT, já como modelo 2007. Com ele, a Audi relê um de seus clássicos absolutos, modelo que causou furor quando de seu lançamento em 1998, devido ao indeditismo e personalidade de suas linhas, além do comportamento dinâmico exemplar. Embora ainda belo e atual, era hora de colocá-lo em sintonia com a nova linha de design adotada pela marca e manter o modelo competitivo frente a lançamentos bem-sucedidos no segmento, como o aclamado Nissan 350Z. E a Audi o faz com maestria, diga-se de passagem.

Quando do lançamento do novoVW Golf, especulações sobre a atualização da longa lista de modelos que utilizam sua plataforma (que inclui o TT) começaram a correr. Veio a pergunta: seria possível atualizar um clássico sem macular sua essência? Sendo o design dos Audi da nova geração um tanto polêmico (em especial a grade “boca-de-bagre”, nova marca registrada, objeto de constante discussão entre os admiradores), a expectativa transformou-se em apreensão, que por sua vez virou quase desespero quando da apresentação do conceito Shooting Brake, no salão de Tóquio do ano passado, uma bizarra reinterpretação das wagons esportivas construídas por marcas inglesas nos anos 60 e que, dizia-se, poderia dar a tônica da nova geração do TT. A reação não foi das melhores e se ela teve influência ou não no que vemos agora, é difícil saber.


O fato é que a Audi respondeu à altura da curta mas importante história de seu coupé esportivo e o resultado é dos melhores: O novo TT, ainda que não cause o impacto da primeira geração, mantém vivo o conceito do carro original, reverencia suas linhas e ao mesmo tempo mantém-se em sintonia com a evolução do design da marca. A própria grade dianteira foi “amenizada”, sendo mais baixa, escura e menos protuberante. Os faróis baixos e afilados conferem maior agressividade à dianteira do que na geração anterior.



Na traseira, com boa proporção do conjunto ótico, há traços de outros recentes lançamentos da marca. A pequena asa traseira (antes fixa e, poucos lembram, adicionada “às pressas” pela Audi após problemas de perda de aderência que ocasionaram alguns acidentes com a versão antiga) agora é dinâmica, como nos Porsche, erguendo-se a 120 km/h. As laterais, lisas no modelo anterior, são agora marcadas por vincos mais pronunciados, que também acentuam a esportividade, conferindo dinamismo ao desenho do carro (é daqueles modelos que têm um certo “movimento”, mesmo quando observados parados).


Arquitetura de interiores é com a Audi: com materiais de primeiríssima e esmero impressionante dos detalhes, o interior é, sem dúvida, belíssimo, mas deixa um pouco a desejar em termos de esportividade: A sensação se assemelha à que se tem frente aos painéis de outros modelos da marca, sedãs familiares inclusive.

Por enquanto, as escolhas de motor limitam-se a duas: a “básica” é um 4 cilindros em linha, com 2 litros e turboalimentado, com 200cv de potência, já utilizado no Golf GTI e outros modelos do grupo, acompanhada de caixa manual ou automática de 6 marchas. E há a interessante opção do V6 3.2, acompanhada de tração integral Quattro, com 250cv, semelhante ao que equipa o Golf R32. Essa motorização acompanha câmbio manual ou automático DSG com embreagem multidisco, ambos também com 6 marchas. Por aí, já se tem uma idéia do que esperar em termos de desempenho: A versão V6, com máxima limitada em 250 km/h (“problema” a ser logo resolvido pelas preparadoras de plantão), vai de 0 a 100 km/h em apenas 5,9s (5,7 com caixa automática). Tempo pra Porsche nenhum botar defeito.

Ainda não há previsão de preços ou data, mas com o prestígio que a Audi (e o TT em especial) têm no Brasil, certamente ele virá. Aguardaremos ansiosos por sua chegada.